terça-feira, 31 de julho de 2007
Menor aprendiz
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Tragédias e vida
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Fotossíntese
sábado, 7 de julho de 2007
A força do perdão
Aprendemos com o padre Zezinho que ninguém deve dormir sem pedir ou sem dar seu perdão, que o perdão é essencial em tudo na vida. Mas como perdoar a traição do cônjuge, um dos maiores dramas sentimentais e talvez o que mais provoca dor ao ser humano? A traição é devastadora. Destrói o relacionamento e também a auto-estima do traído. Além da dor, muitas vezes insuportável, a traição nos obriga a tomar decisões que não estavam em nossos planos. Até mesmo José teve dificuldade para lidar com a situação frente a uma possível traição de Maria; ele não sabia que a gravidez era ação do Espírito Santo, mas teve prudência e não acusou a companheira. Nem todos têm o mesmo discernimento, na verdade, o mundo não consegue entender o que se deu em Nazaré. Tive muitos amigos que vivenciaram dessa dor e nem sempre souberam ou conseguiram perdoar. A gente não foi preparada para enfrentar desafios desse tipo. Padre Zezinho ensina, de novo, que “irmãos que não se perdoam se sentem mal em casa dos pais. Pais que não perdoam acabam sem carinho dos netos. Quem não perdoa não deve formar família. Vai fazer alguém infeliz. Casamento é para pessoas sadias de alma”, afirma. Uma amiga me disse, no entanto: “Não consigo acreditar numa relação sadia depois de um ato como esse”. É, parece que a gente tem alma ruim. Tomara que a vida não nos doa!
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Luzes que se curvam
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Anjo de resgate
terça-feira, 26 de junho de 2007
Pílula contra o aborto

O jornalista Gilberto Dimenstein, membro do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo, defende a distribuição da pílula do dia seguinte pela rede pública de Saúde. O jornalista baseia sua tese em pesquisa realizada pela ginecologista Albertina Duarte, professora da USP (Universidade de São Paulo), que constatou um crescimento expressivo do consumo da chamada pílula do dia seguinte para evitar a gravidez entre os adolescentes. “Como um milhão de adolescentes engravidam por ano Brasil, a maioria delas (661 mil, para ser mais preciso) tornadas mães precoces e as demais submetidas ao trauma do aborto, vemos a importância dessa pesquisa”, disse. Na opinião de Dimenstein, “percebe-se que a adolescente, se puder, prefere postergar a gravidez e, claro, evitar o doloroso aborto. Tal tendência cresce ainda mais à medida que as jovens ficam mais tempo na escola e têm planos de futuro. Dados recentes mostram que na cidade de São Paulo o aumento da matrícula no ensino médio corresponde uma redução da taxa de gravidez precoce”. Segundo ele, “raríssimas ações poderiam custar tão pouco e gerar impactos sociais tão rápidos como facilitar o acesso a métodos anticoncepcionais, e reduziria, a curtíssimo prazo, a evasão escolar, aumentaria no médio prazo, a renda das mulheres, e, a longo, seria mais uma arma, entre várias, para combater a violência”. Dimenstein entende que “essas 661 mil mães precoces, milhares delas entre 10 a 14 anos, são parte do custo da ignorância combinado com o medo dos governos em enfrentar dogmas religiosos e a inoperância das redes públicas de saúde. Pagamos isso em mortes”. Apesar do respeito que tenho pelo colunista, ouso dizer que o tema é polêmico, mexe com dogmas de fé e carece a análise mais serena.