Para o insensato, praticar a maldade é divertimento; para o homem inteligente, o ser sábio. Prov. 10:23.
Quatro jovens de classe média alta voltavam de uma festa quando viram um homem dormindo num ponto de ônibus. Um deles teve uma idéia, e os outros concordaram. Jogaram três litros de álcool e atearam fogo em cima da vítima. O homem virou uma tocha humana, enquanto os jovens fugiam rindo às gargalhadas.
O quadro descrito não é uma história criada para fazer um filme de terror. Aconteceu na capital de um grande país. Os advogados dos jovens presos alegaram que os seus clientes não queriam cometer um crime, “só queriam se divertir”.
Quase vinte e três séculos atrás, Salomão descreveu esse tipo de pessoas. Só faltou colocar o nome delas. Existe gente que só quer “se divertir”, mas que vai deixando um rastro de dor, sangue e sofrimento em pessoas inocentes.
Começa com coisas consideradas inocentes; como colocar uma barata no bolso de uma menina ou jogar um colega com roupa na piscina. Atitudes “de crianças” que são até festejadas. Mais tarde, serão paredes pichadas e monumentos públicos depredados. Depois, corridas de veículos “envenenados” nas ruas da cidade, e finalmente assassinatos e outros delitos maiores. Tudo em nome da diversão. Às vezes, são os pais os primeiros defensores das “brincadeiras” dos filhos.
Que tipo de pessoa é você? Que tipo de filhos você cria? Que classe de educação você fornece? Justifica os erros? Tenta “explicar” os deslizes? A paternidade é um dom do qual, um dia, o ser humano, terá que prestar conta.
Quando o fundamento é Cristo, valores espirituais são parte da educação. Não apenas valores morais. Geralmente, a pessoa é moral para os outros. Mas é espiritual para Deus, que tudo vê. É possível ter valores morais e não espirituais. Mas é impossível ser espiritual e não ter valores morais.
Reflita hoje sobre suas atitudes como ser humano, como pai, como educador, e não comece as atividades deste dia sem lembrar que “para o insensato, praticar a maldade é divertimento; para o homem inteligente, o ser sábio”.
texto de Alejandro Bullón - Janelas para a Vida http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2007/frmd2007.html
segunda-feira, 12 de julho de 2010
A verdadeira riqueza
Tu visitas a terra e a regas; Tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões. Sal. 65:9.
A sensibilidade do poeta encontra beleza onde as pessoas comuns vêem simplesmente fatos. No verso de hoje, o salmista enxerga Deus como um jardineiro amoroso e preocupado com o Seu jardim. “Tu visitas a terra e a regas”, descreve o poeta.
Se você levar em conta que a maior parte das terras bíblicas era deserta, entenderá mais ainda o cuidado maravilhoso do Criador com Sua criação.
Deus não criou desertos. Criou vida, vegetação, animais; enfim, um mundo dinâmico que explodia numa festa de cores e música. Foi a entrada do pecado que trouxe a morte, os desertos e a seca.
No verso de hoje, Davi retrata a Deus enriquecendo a Terra copiosamente. Assim são as coisas com Deus. Ele gosta de abundância, “prepara o cereal” para que o povo tenha o alimento na hora certa.
Para cumprir Seus propósitos Deus usa a chuva. “Os ribeiros de Deus são abundantes de água”, escreve o salmista. Esses ribeiros estão cheios, mas são apenas ribeiros. Não são rios enormes como o Amazonas ou o Nilo. O rio Jordão não passa de um ribeiro. Mas é um ribeiro constante. Não pára de irrigar a terra e trazer vida.
Uma vida sem Cristo é como um deserto. Outro dia, conversei com uma pessoa que me disse: “Minha vida é um deserto. Não tenho emprego, nem amigos, nem família, e agora já nem saúde.”
Esse homem me falava da dor que sentia ao ver os amigos da juventude prósperos e felizes. “O que fiz de errado?”, perguntava ansiosamente.
Quando lhe falei de Jesus, mostrou indiferença. Nunca prestou atenção às coisas espirituais. Para ele, ser honesto e respeitar as pessoas era a melhor religião, e isso era suficiente.
Mas a realidade estava dizendo o contrário. Sua vida não estava “enriquecida copiosamente”. Sentia-se árido, seco, improdutivo.
Antes de iniciar suas atividades hoje, diga como Davi: “Tu visitas a terra e a regas; Tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões.”
texto de Alejandro Bullón - Janelas para a Vida http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2007/frmd2007.html
A sensibilidade do poeta encontra beleza onde as pessoas comuns vêem simplesmente fatos. No verso de hoje, o salmista enxerga Deus como um jardineiro amoroso e preocupado com o Seu jardim. “Tu visitas a terra e a regas”, descreve o poeta.
Se você levar em conta que a maior parte das terras bíblicas era deserta, entenderá mais ainda o cuidado maravilhoso do Criador com Sua criação.
Deus não criou desertos. Criou vida, vegetação, animais; enfim, um mundo dinâmico que explodia numa festa de cores e música. Foi a entrada do pecado que trouxe a morte, os desertos e a seca.
No verso de hoje, Davi retrata a Deus enriquecendo a Terra copiosamente. Assim são as coisas com Deus. Ele gosta de abundância, “prepara o cereal” para que o povo tenha o alimento na hora certa.
Para cumprir Seus propósitos Deus usa a chuva. “Os ribeiros de Deus são abundantes de água”, escreve o salmista. Esses ribeiros estão cheios, mas são apenas ribeiros. Não são rios enormes como o Amazonas ou o Nilo. O rio Jordão não passa de um ribeiro. Mas é um ribeiro constante. Não pára de irrigar a terra e trazer vida.
Uma vida sem Cristo é como um deserto. Outro dia, conversei com uma pessoa que me disse: “Minha vida é um deserto. Não tenho emprego, nem amigos, nem família, e agora já nem saúde.”
Esse homem me falava da dor que sentia ao ver os amigos da juventude prósperos e felizes. “O que fiz de errado?”, perguntava ansiosamente.
Quando lhe falei de Jesus, mostrou indiferença. Nunca prestou atenção às coisas espirituais. Para ele, ser honesto e respeitar as pessoas era a melhor religião, e isso era suficiente.
Mas a realidade estava dizendo o contrário. Sua vida não estava “enriquecida copiosamente”. Sentia-se árido, seco, improdutivo.
Antes de iniciar suas atividades hoje, diga como Davi: “Tu visitas a terra e a regas; Tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões.”
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As virtudes dos outros
Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade. Prov. 5:18.
Todo ser humano é um manancial de onde brota água limpa. Você precisa partir dessa hipótese se deseja ser feliz nos seus relacionamentos.
Por trás de qualquer divórcio, com freqüência, encontra-se uma lista infindável de queixas e lamúrias. Quase sempre, a pessoa que relata a história é a vítima e a outra parte, a culpada. Mas a experiência prova que não existe um só culpado. Pode ser que um seja mais e o outro menos culpado, mas ambos têm participação.
O provérbio de hoje fala especificamente do relacionamento matrimonial, embora o princípio possa ser aplicável a qualquer tipo de relacionamento: profissional, social ou familiar.
O princípio é: Veja a outra pessoa como se ela fosse um manancial. Espere dela sempre água pura, embora vez por outra apareça um pedregulho ou uma folha seca. Feche os olhos para os defeitos e destaque as virtudes. As pessoas geralmente são o que as outras esperam que sejam.
Cuide do manancial. A tragédia da humanidade hoje é que vive contaminando as fontes das águas. Um manancial descuidado, em pouco tempo, fornecerá água contaminada. Existem pessoas que deixaram de ser mananciais e tornaram-se poços de água amarga porque alguém atirou lixo e esgoto em suas águas limpas.
De alguma maneira, você é um líder. Tente tirar o melhor de cada ser humano. Todos têm valores e virtudes inexploradas. Seja como o mineiro. Cave fundo, mas com cuidado, porque existe o risco de que a mina desabe.
Enxergue as virtudes e enalteça-as. Corrija os defeitos com amor. Se você pedir a Deus que o ajude a agir dessa forma, a pessoa mais beneficiada será você mesmo, porque o texto diz que o manancial trará alegrias para você.
Faça de hoje um dia de busca de valores. Olhe as pessoas, não como são hoje, mas como o que podem chegar a ser se você souber encorajá-las, desafiá-las e ajudá-las.
Não comece a desenvolver as suas atividades sem passar um tempo com Deus e sem pedir que Ele o ajude a ver as pessoas como Ele vê você. “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.”
texto de Alejandro Bullón - Janelas para a Vida http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2007/frmd2007.html
Todo ser humano é um manancial de onde brota água limpa. Você precisa partir dessa hipótese se deseja ser feliz nos seus relacionamentos.
Por trás de qualquer divórcio, com freqüência, encontra-se uma lista infindável de queixas e lamúrias. Quase sempre, a pessoa que relata a história é a vítima e a outra parte, a culpada. Mas a experiência prova que não existe um só culpado. Pode ser que um seja mais e o outro menos culpado, mas ambos têm participação.
O provérbio de hoje fala especificamente do relacionamento matrimonial, embora o princípio possa ser aplicável a qualquer tipo de relacionamento: profissional, social ou familiar.
O princípio é: Veja a outra pessoa como se ela fosse um manancial. Espere dela sempre água pura, embora vez por outra apareça um pedregulho ou uma folha seca. Feche os olhos para os defeitos e destaque as virtudes. As pessoas geralmente são o que as outras esperam que sejam.
Cuide do manancial. A tragédia da humanidade hoje é que vive contaminando as fontes das águas. Um manancial descuidado, em pouco tempo, fornecerá água contaminada. Existem pessoas que deixaram de ser mananciais e tornaram-se poços de água amarga porque alguém atirou lixo e esgoto em suas águas limpas.
De alguma maneira, você é um líder. Tente tirar o melhor de cada ser humano. Todos têm valores e virtudes inexploradas. Seja como o mineiro. Cave fundo, mas com cuidado, porque existe o risco de que a mina desabe.
Enxergue as virtudes e enalteça-as. Corrija os defeitos com amor. Se você pedir a Deus que o ajude a agir dessa forma, a pessoa mais beneficiada será você mesmo, porque o texto diz que o manancial trará alegrias para você.
Faça de hoje um dia de busca de valores. Olhe as pessoas, não como são hoje, mas como o que podem chegar a ser se você souber encorajá-las, desafiá-las e ajudá-las.
Não comece a desenvolver as suas atividades sem passar um tempo com Deus e sem pedir que Ele o ajude a ver as pessoas como Ele vê você. “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.”
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Leva-me para a rocha
Desde os confins da Terra clamo por Ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim. Sal. 61:2.
Há momentos em que o ser humano sente-se longe de Deus. A vida espiritual pode estar bem. Não existe motivo aparente para sentir-se derrotado, mas a sensação de um Deus distante perturba a alma. Isso é fruto da natureza pecaminosa que o ser humano carrega, mesmo depois da conversão. Esse tipo de sentimento estará dentro dele até que chegue o dia em que finalmente possa ver cara a cara a Jesus.
O salmo de hoje apresenta uma oração feita de todo o coração. As orações devem ser assim. O formalismo é uma barreira intransponível para aproximar-se de Deus. Você deve dizer a Deus, na sua oração, o que está sentindo e não apenas o que acha que deve dizer.
Quando você ora de todo o coração, uma das primeiras coisas que reconhece é quão pequeno e finito é, e quão grande e poderoso é o Senhor. Isso cria em você o senso de dependência e não de insignificância. É um cristianismo doente aquele que leva a criatura a sentir-se distante de Deus.
Davi sentia que estava “nos confins” da Terra. Mas a criatura deseja sentir-se perto do Criador e, por isso, suplica: “Leva-me para a rocha que é alta demais para mim.”
Os padrões da vida cristã sempre estarão altos demais para o ser humano. No entanto, é justamente a obediência a esses padrões que garante a felicidade na Terra. Que situação contraditória. O salmista quer chegar perto, mas sente que a rocha é alta demais.
O que fez Deus para vir ao encontro do homem? “O Verbo Se fez carne e habitou entre nós.” João 1:14. Referindo-se ao povo de Israel, Paulo afirma: “E beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma Pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.” I Cor. 10:4.
A palavra “pedra”, no texto original, é petra (rocha) e não lithos (pedra). Jesus é a rocha eterna e não “é alta demais”, no sentido de inatingível. Ele Se fez homem, veio a este mundo para guiar os seus passos e ser o seu refúgio constante.
Antes de sair para a luta da vida, diga hoje no seu coração: “Desde os confins da Terra clamo por Ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim.”
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Há momentos em que o ser humano sente-se longe de Deus. A vida espiritual pode estar bem. Não existe motivo aparente para sentir-se derrotado, mas a sensação de um Deus distante perturba a alma. Isso é fruto da natureza pecaminosa que o ser humano carrega, mesmo depois da conversão. Esse tipo de sentimento estará dentro dele até que chegue o dia em que finalmente possa ver cara a cara a Jesus.
O salmo de hoje apresenta uma oração feita de todo o coração. As orações devem ser assim. O formalismo é uma barreira intransponível para aproximar-se de Deus. Você deve dizer a Deus, na sua oração, o que está sentindo e não apenas o que acha que deve dizer.
Quando você ora de todo o coração, uma das primeiras coisas que reconhece é quão pequeno e finito é, e quão grande e poderoso é o Senhor. Isso cria em você o senso de dependência e não de insignificância. É um cristianismo doente aquele que leva a criatura a sentir-se distante de Deus.
Davi sentia que estava “nos confins” da Terra. Mas a criatura deseja sentir-se perto do Criador e, por isso, suplica: “Leva-me para a rocha que é alta demais para mim.”
Os padrões da vida cristã sempre estarão altos demais para o ser humano. No entanto, é justamente a obediência a esses padrões que garante a felicidade na Terra. Que situação contraditória. O salmista quer chegar perto, mas sente que a rocha é alta demais.
O que fez Deus para vir ao encontro do homem? “O Verbo Se fez carne e habitou entre nós.” João 1:14. Referindo-se ao povo de Israel, Paulo afirma: “E beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma Pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo.” I Cor. 10:4.
A palavra “pedra”, no texto original, é petra (rocha) e não lithos (pedra). Jesus é a rocha eterna e não “é alta demais”, no sentido de inatingível. Ele Se fez homem, veio a este mundo para guiar os seus passos e ser o seu refúgio constante.
Antes de sair para a luta da vida, diga hoje no seu coração: “Desde os confins da Terra clamo por Ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim.”
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Reconheça-o
Tributai ao Senhor a glória devida ao Seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade. Sal. 29:2.
O louvor é o instrumento divino para ajudar-nos a enfrentar as tormentas da vida. Os salmos nos mostram isso. A vida de Davi era uma vida de perseguição e luta. Quantas vezes, sentiu-se abandonado e se perguntava: “Por que acontece tudo isso comigo?” Se o poeta Victor Hugo vivesse nos dias de Davi, talvez lhe responderia: “O olho do homem enxerga melhor a Deus através das lágrimas.” Quando tudo anda bem, damos por “entendido” que Deus está presente. É preciso passar por dificuldades para ver o Senhor como uma realidade.
No salmo de hoje, Davi louva a Deus pela tormenta. A tempestade, o céu escuro, os relâmpagos e os trovões, em vez de assustá-lo, levam o seu espírito a adorar. Aliás, o salmista achava motivo para adorar a Deus em tudo. No Salmo 8, ele adora por causa da Lua e das estrelas. No Salmo 19, ele adora por causa do firmamento. E aqui, no Salmo 29, porque ouve o barulho ensurdecedor do trovão.
Uma vida vitoriosa precisa ser uma vida de louvor. O louvor é a gratidão pela certeza da existência do Sol, mesmo que seja de noite ou a tormenta pareça dominar as circunstâncias.
No verso de hoje, encontramos dois imperativos: tributai e adorai. Essas palavras se complementam. Uma leva a outra.
Tributar é reconhecer a Deus como tal; e adorar é submeter-se à Sua vontade. Ele é Deus e nós somos criaturas. O salmista, num salmo curto de apenas onze versos, reconhece a Deus como Senhor dezoito vezes, e em sete ocasiões menciona a “voz do Senhor”. Sua adoração não é composta só de palavras carregadas de emoção. É a disposição de obedecer à “voz do Senhor”. E quando você está disposto a obedecer a Deus não tem porque temer diante das tormentas da vida. Jesus é o seu piloto e levará seu barco ao porto seguro.
Quais são os desafios que você tem pela frente hoje? Sente-se pequeno diante das circunstâncias? Reconheça a Deus como seu Deus. Aceite ser guiado por Ele, e você verá, mais cedo do que imagina, o sol brilhando outra vez. E não se esqueça: “Tributai ao Senhor a glória devida ao Seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade.”
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O louvor é o instrumento divino para ajudar-nos a enfrentar as tormentas da vida. Os salmos nos mostram isso. A vida de Davi era uma vida de perseguição e luta. Quantas vezes, sentiu-se abandonado e se perguntava: “Por que acontece tudo isso comigo?” Se o poeta Victor Hugo vivesse nos dias de Davi, talvez lhe responderia: “O olho do homem enxerga melhor a Deus através das lágrimas.” Quando tudo anda bem, damos por “entendido” que Deus está presente. É preciso passar por dificuldades para ver o Senhor como uma realidade.
No salmo de hoje, Davi louva a Deus pela tormenta. A tempestade, o céu escuro, os relâmpagos e os trovões, em vez de assustá-lo, levam o seu espírito a adorar. Aliás, o salmista achava motivo para adorar a Deus em tudo. No Salmo 8, ele adora por causa da Lua e das estrelas. No Salmo 19, ele adora por causa do firmamento. E aqui, no Salmo 29, porque ouve o barulho ensurdecedor do trovão.
Uma vida vitoriosa precisa ser uma vida de louvor. O louvor é a gratidão pela certeza da existência do Sol, mesmo que seja de noite ou a tormenta pareça dominar as circunstâncias.
No verso de hoje, encontramos dois imperativos: tributai e adorai. Essas palavras se complementam. Uma leva a outra.
Tributar é reconhecer a Deus como tal; e adorar é submeter-se à Sua vontade. Ele é Deus e nós somos criaturas. O salmista, num salmo curto de apenas onze versos, reconhece a Deus como Senhor dezoito vezes, e em sete ocasiões menciona a “voz do Senhor”. Sua adoração não é composta só de palavras carregadas de emoção. É a disposição de obedecer à “voz do Senhor”. E quando você está disposto a obedecer a Deus não tem porque temer diante das tormentas da vida. Jesus é o seu piloto e levará seu barco ao porto seguro.
Quais são os desafios que você tem pela frente hoje? Sente-se pequeno diante das circunstâncias? Reconheça a Deus como seu Deus. Aceite ser guiado por Ele, e você verá, mais cedo do que imagina, o sol brilhando outra vez. E não se esqueça: “Tributai ao Senhor a glória devida ao Seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade.”
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Auxílio dos céus
Ele dos Céus me envia o Seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. Envia a Sua misericórdia e a Sua fidelidade. Sal. 57:3.
Não é difícil quebrar correntes que escravizam. Não é impossível soltar grilhões que paralisam. Sabemos onde está o problema e achamos remédio para esse tipo de opressão.
Mas como lutar contra correntes que não vemos? Como livrar-se de grilhões que, disfarçados de complexos ou traumas, paralisam as emoções?
A obra de livramento que o salmista menciona hoje é algo que não está sob o controle humano. “Dos Céus me envia o Seu auxílio e me livra”, disse ele.
O livramento divino abrange todas as áreas da vida. Deus precisa livrar o ser humano das fraquezas, das intenções tolas do coração pecaminoso, da ignorância, do preconceito e da rebeldia.
O salmista afirma: “Acha-se a minha alma entre leões.” Verso 4. A maioria desses leões estava dentro dele mesmo, atormentando-o em todo o tempo. Os complexos impedem de crescer. Sufocam, asfixiam e levam a cometer insensatez.
Davi afirma que achou auxílio, vindo dos Céus. Esse auxílio chegou ao aflito, na forma de “misericórdia” e “fidelidade”. As duas coisas são atributos divinos que podem ser achados na pessoa do Senhor Jesus Cristo.
Quando o ser humano pára de fugir e deixa-se encontrar pelo Senhor Jesus, os grilhões que o impediam de ser feliz são finalmente destruídos.
Davi viveu essa experiência de forma dramática. Este salmo foi escrito enquanto o salmista se escondia de Saul, numa caverna. Naquela ocasião, Saul estava nas suas mãos. O coração de Davi, com certeza, carregava mágoa porque estava sendo perseguido injustamente. Se matasse o rei inimigo, estaria “agindo certo”, mas o grande inimigo do futuro rei de Israel não era Saul, era ele mesmo. Precisava vencer seus traumas e a mágoa que carregava no coração.
Dos Céus veio auxílio em forma de misericórdia e fidelidade para livrá-lo do veneno interior que sua alma destilava.
Esse milagre também pode acontecer com você hoje, se clamar no seu coração: “Ele dos Céus me envia o Seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. Envia a Sua misericórdia e a Sua fidelidade.”
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Não é difícil quebrar correntes que escravizam. Não é impossível soltar grilhões que paralisam. Sabemos onde está o problema e achamos remédio para esse tipo de opressão.
Mas como lutar contra correntes que não vemos? Como livrar-se de grilhões que, disfarçados de complexos ou traumas, paralisam as emoções?
A obra de livramento que o salmista menciona hoje é algo que não está sob o controle humano. “Dos Céus me envia o Seu auxílio e me livra”, disse ele.
O livramento divino abrange todas as áreas da vida. Deus precisa livrar o ser humano das fraquezas, das intenções tolas do coração pecaminoso, da ignorância, do preconceito e da rebeldia.
O salmista afirma: “Acha-se a minha alma entre leões.” Verso 4. A maioria desses leões estava dentro dele mesmo, atormentando-o em todo o tempo. Os complexos impedem de crescer. Sufocam, asfixiam e levam a cometer insensatez.
Davi afirma que achou auxílio, vindo dos Céus. Esse auxílio chegou ao aflito, na forma de “misericórdia” e “fidelidade”. As duas coisas são atributos divinos que podem ser achados na pessoa do Senhor Jesus Cristo.
Quando o ser humano pára de fugir e deixa-se encontrar pelo Senhor Jesus, os grilhões que o impediam de ser feliz são finalmente destruídos.
Davi viveu essa experiência de forma dramática. Este salmo foi escrito enquanto o salmista se escondia de Saul, numa caverna. Naquela ocasião, Saul estava nas suas mãos. O coração de Davi, com certeza, carregava mágoa porque estava sendo perseguido injustamente. Se matasse o rei inimigo, estaria “agindo certo”, mas o grande inimigo do futuro rei de Israel não era Saul, era ele mesmo. Precisava vencer seus traumas e a mágoa que carregava no coração.
Dos Céus veio auxílio em forma de misericórdia e fidelidade para livrá-lo do veneno interior que sua alma destilava.
Esse milagre também pode acontecer com você hoje, se clamar no seu coração: “Ele dos Céus me envia o Seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. Envia a Sua misericórdia e a Sua fidelidade.”
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
O que é seu vale mais
Desejar o que pertence ao vizinho é próprio da natureza humana. Se algum dia você se surpreender desejando algo alheio, não se assuste. Isso é prova de que você é apenas um ser humano.
O problema começa quando você permite que esse desejo faça ninho em sua cabeça e tome conta do seu coração. Existem pessoas que podem cair até no perigoso terreno da obsessão.
A ambição é saudável, desde que seja o anelo de alcançar um alvo na vida. Uma pessoa sem ambição entra no terreno da mediocridade e mergulha de cabeça no fracasso. Empoeirada e enferrujada, envelhece sem ter chegado a lugar nenhum, após ter dado voltas e mais voltas em torno dos seus lamentos e queixumes.
Quando a ambição se transforma no desequilibrado desejo de querer tudo para si, você está diante de uma doença que traz frustração e amargura. Ninguém precisa lutar contra os outros. Não faça da vida uma competição contra rivais que só existem em sua mente. O mundo é vasto e existe um universo de oportunidades para todos. Cada um pode realizar seus sonhos, sem atrapalhar os sonhos alheios. Permita-se ser feliz com a vitória dos outros.
A cobiça é uma doença da alma. O remédio não está apenas nas mãos de um psicólogo, porque não é só uma alteração da mente. É uma ferida do espírito que precisa do médico divino.
O livro de Provérbios é uma coleção de conselhos dados por Deus para uma vida plena e saudável. O Senhor não está preocupado somente com o seu corpo, mas com todas as áreas de sua vida. E Ele sabe que, quando a criatura é dominada pelo vírus da cobiça, não pode ser feliz. A vida transforma-se na permanente dor de achar que o que os outros possuem é melhor. Deixa de observar e desfrutar as coisas belas da vida para concentrar-se em admirar as consecuções de todo mundo, menos as bênçãos que recebeu de Deus.
Jesus quer que você seja feliz. Quer curar as feridas ocultas do coração, que ninguém vê e conhece, mas que sangram, incapacitando-o de ser uma pessoa realizada e próspera. Por isso, Jesus lhe diz hoje: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço.”
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O problema começa quando você permite que esse desejo faça ninho em sua cabeça e tome conta do seu coração. Existem pessoas que podem cair até no perigoso terreno da obsessão.
A ambição é saudável, desde que seja o anelo de alcançar um alvo na vida. Uma pessoa sem ambição entra no terreno da mediocridade e mergulha de cabeça no fracasso. Empoeirada e enferrujada, envelhece sem ter chegado a lugar nenhum, após ter dado voltas e mais voltas em torno dos seus lamentos e queixumes.
Quando a ambição se transforma no desequilibrado desejo de querer tudo para si, você está diante de uma doença que traz frustração e amargura. Ninguém precisa lutar contra os outros. Não faça da vida uma competição contra rivais que só existem em sua mente. O mundo é vasto e existe um universo de oportunidades para todos. Cada um pode realizar seus sonhos, sem atrapalhar os sonhos alheios. Permita-se ser feliz com a vitória dos outros.
A cobiça é uma doença da alma. O remédio não está apenas nas mãos de um psicólogo, porque não é só uma alteração da mente. É uma ferida do espírito que precisa do médico divino.
O livro de Provérbios é uma coleção de conselhos dados por Deus para uma vida plena e saudável. O Senhor não está preocupado somente com o seu corpo, mas com todas as áreas de sua vida. E Ele sabe que, quando a criatura é dominada pelo vírus da cobiça, não pode ser feliz. A vida transforma-se na permanente dor de achar que o que os outros possuem é melhor. Deixa de observar e desfrutar as coisas belas da vida para concentrar-se em admirar as consecuções de todo mundo, menos as bênçãos que recebeu de Deus.
Jesus quer que você seja feliz. Quer curar as feridas ocultas do coração, que ninguém vê e conhece, mas que sangram, incapacitando-o de ser uma pessoa realizada e próspera. Por isso, Jesus lhe diz hoje: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço.”
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