O desespero das famílias que perderam suas casas no bairro Caic esta semana comoveu todos nós e despertou a solidariedade natural dos taquaritinguenses. Doações e serviços voluntários de verdadeiros Anjos da Guarda como se viu servem para amenizar a dor de quem passa por tão terrível provação. Em pouco mais de cinco minutos cerca de 30 moradias foram danificadas e ao menos cinco delas foram destruídas totalmente, deixando 11 famílias desabrigadas pelo forte temporal e as rajadas de vento da tarde de terça-feira. A par do desespero de quem perde tudo o que tem sobram o trauma e a insegurança daquela gente simples, que vende o almoço pra comprar a janta. As casas, quase sempre feitas de forma improvisada, do jeito que dá e do tamanho do salário, além de não oferecer o conforto devido nem sempre foram fundadas em alicerces sólidos. Bom saber que no Reino de Jesus será diferente. "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos um lugar" (Jo 14,2). Amém! (05/12/08)
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
As casinhas do Caic
O desespero das famílias que perderam suas casas no bairro Caic esta semana comoveu todos nós e despertou a solidariedade natural dos taquaritinguenses. Doações e serviços voluntários de verdadeiros Anjos da Guarda como se viu servem para amenizar a dor de quem passa por tão terrível provação. Em pouco mais de cinco minutos cerca de 30 moradias foram danificadas e ao menos cinco delas foram destruídas totalmente, deixando 11 famílias desabrigadas pelo forte temporal e as rajadas de vento da tarde de terça-feira. A par do desespero de quem perde tudo o que tem sobram o trauma e a insegurança daquela gente simples, que vende o almoço pra comprar a janta. As casas, quase sempre feitas de forma improvisada, do jeito que dá e do tamanho do salário, além de não oferecer o conforto devido nem sempre foram fundadas em alicerces sólidos. Bom saber que no Reino de Jesus será diferente. "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos um lugar" (Jo 14,2). Amém! (05/12/08)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Tragédia em Santa Catarina
A Defesa Civil de Santa Catarina anunciou na tarde de ontem (27) que o número de mortes causadas pelas chuvas que atingem o Estado de Santa Catarina passava de 100, e que 19 pessoas permaneciam desaparecidas, mas o número pode ser maior. Segundo os informes oficiais, o número de pessoas que tiveram de deixar suas casas chega a 78.707. Deste total, 27.410 estão desabrigados, ou seja, dependem de abrigos do poder público, e 51.297 estão desalojados --devem ficar hospedados nas casas de familiares ou amigos. A tragédia obrigou dez cidades a decretarem situação de calamidade e mobilizou várias entidades e pessoas para auxiliar aqueles que sofreram prejuízos devido à chuva. A par dessa solidariedade maravilhosa surge aqui e acolá gente a blasfemar contra Deus 'que permite esse tipo de coisas'. Tudo o que Deus fez é bom! Não foi Ele que devastou a natureza nem assoreou ou entupiu os nossos rios de tudo quanto é porcaria. As chuvas são bênçãos do Criador. Só que a chuva tem saudade do mar e quando o ser humano impede essa vocação natural dos rios, inundações e tragédias acontecem e muita gente simples morre ou perde o que tem. Infelizmente. (28/11/08)
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Eutanásia
Leio angustiado o artigo de Giles Lapouge (Eutanásia, a questão insolúvel, O Estado de S. Paulo 18/12/08) sobre decisão de uma menina francesa, de 13 anos, que não quer mais sofrer e quer morrer. “Seu nome é Hannah Jones e a dor é sua companheira; elas nunca se separaram. A leucemia começou quando ela tinha quatro anos. As sessões de quimioterapia devastaram seu coração, acrescentando à leucemia uma cardiopatia”. O único meio de salvá-la seria um transplante de coração, caso contrário terá apenas seis meses de vida. Mas Hannah disse não. “Prefiro morrer feliz”. Os serviços de saúde franceses iniciaram um processo legal para obrigá-la a aceitar a operação. Hannah, que conta com o apoio dos pais na sua decisão, explicou os motivos da sua recusa: o sucesso não é garantido e a operação pode prejudicar seu estado em vez de melhorá-lo. “Fiquei tempo demais no hospital”, disse Hannah. Ao longo dos anos, os médicos abriram e fecharam o corpo de Hannah, tiraram pedaços, alimentaram-no com sangue de outras pessoas, entupiram de produtos químicos, prescreveram tratamentos, instalaram coisas em seu peito e marca-passos foram implantados em três cirurgias. Seu coração funciona com apenas 10% de sua capacidade. “O martírio de Hannah despertou a angustia que percorre o mundo inteiro em torno dessa questão inevitável, insolúvel, terrível: a eutanásia”, escreve Lapouge. Médicos especialistas, religiosos, filósofos e os pais deram sua opinião. Eu, que nada sou, não quero acrescentar a minha voz a esse coro. Prefiro ficar com a opinião de quem me criou. “Não matarás!” (21/11/2008)
domingo, 23 de novembro de 2008
Ele conhece até o nosso apelido
domingo, 9 de novembro de 2008
Dedicação exclusiva

Um pequenino ser de pouco mais de 3,5 kg e cerca de 50 centímetros desconcertou o relógio biológico da Priscila e tem exigido atenção exclusiva de 24 horas de toda a família nos últimos dias. Essa é a nossa rotina depois do nascimento de Ana Clara, no dia 27 de outubro. Mas ninguém reclama, ao contrário, o que se vê é uma verdadeira competição para ver quem fica mais com aquela pelotinha de gente nos braços. Tem sempre dois ou três querendo pilotar o carrinho da Aninha, as avós Joseane e Maria Palmira não saem das proximidades do berçinho e se revezam na tarefa de dar banho na netinha. O vovô José Carlos é só alegria e não desgruda da princesinha da casa. Ana Clara cresce com saúde e na graça de Deus. Ela é o nosso melhor presente. As horas de sono a menos são muito pouco pelo muito que recebemos. Bendito seja Deus! (07/11/2008)
Nasceu Ana Clara

Ana Clara clareou e trouxe luz em nossa casa; é nosso novo caso de amor. Pri e eu agradecemos o providencial acompanhamento da ginecologista Alice Madureira dos Anjos e o carinho dos funcionários da Santa Casa e Maternidade Dona Zilda Salvagni. Bendito seja Deus por graça tão admirável! (27/10/2008)
Ana Clara

Aninha, mamãe já terminou de preparar o teu quarto. Ficou lindo!. Os móveis são brancos e muito funcionais, as paredes em tons erva doce e rosa revelam a tranquilidade do ambiente que te espera.
Não preciso dizer que a Pri tratou de pendurar casinhas e bonecas pela parede, arrumou cuidadosamente tuas roupinhas no armário, cuidou de organizar xampus, cremes, pomadas e outras coisinhas de menina na cômoda. Tá um show! A mamãe, aliás, já fez todos os exames e tomou todos os cuidados necessários para que você tenha saúde e paz.
Teus avós, tataravó, tios e primos não vêem a hora de segurar-te nos braços. Eu sou o primeirão, depois de tua mãe, lógico. Tuas irmãs Aline e Manú só fazem contar as horas para a tua chegada.
A doutora Alice marcou para esta quarta-feira (27), mas se você quiser adiantar ou atrasar um dia ou dois, fica por tua conta. Tua chegada também será comemorada pela Nina, nossa querida cachorra. Até ela sabe que você é a mais nova princesinha da casa. Bem-vinda, querida! Que os anjos te tragam com as bençãos de Deus. em nome de Jesus. Amém! (24/10/2008)
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