terça-feira, 16 de setembro de 2008

Estudo liga plástico a distúrbio cardíaco e diabetes

Um novo estudo vincula uma substância usada em diversos utensílios plásticos, inclusive mamadeiras, a diabetes e distúrbios cardíacos, mas a agência reguladora norte-americana disse que tais utensílios continuam sendo considerados seguros.
» Los Angeles proibirá sacolas plásticas» Canadá quer proibir mamadeiras plásticas» EUA temem substância presente em plástico
A substância bisfenol A (BPA), muito usada em embalagens de alimentos, latas e garrafas de bebidas e material para obturação dental, já era questionada devido a testes em animais. Mas o novo estudo britânico, publicado na revista da Associação Médica Americana, concluiu que, entre 1.455 adultos examinados nos EUA, aqueles com maiores níveis de BPA tinham mais propensão a diabetes, doenças cardíacas e problemas hepáticos.
A FDA, agência que regula alimentos e drogas nos EUA, prometeu analisar as conclusões, que não foram levadas em consideração quando, em agosto, a agência divulgou um relatório preliminar atestando a segurança do BPA nos seus atuais usos. "Temos confiança nos dados que examinamos e nos dados em que estamos confiando para dizer que a margem de segurança é adequada", disse Laura Tarantino, funcionária do FDA, a jornalistas.
"Há coisas que podem ser feitas para reduzir o nível de bisfenol A, mas não recomendamos que ninguém mude de hábitos ou mude o uso de qualquer desses produtos, porque neste momento não temos provas que indiquem tal necessidade", afirmou.
O BPA entra na composição do plástico policarbonatado, um material translúcido e que não estilhaça. Dentro do organismo, o BPA pode se comportar como o hormônio estrogênio, segundo os cientistas. A ingestão se dá pelo desprendimento de partículas plásticas em alimentos e bebidas.
Alguns fabricantes estão deixando de usar essa substância. Autoridades canadenses já concluíram que ela é nociva. Mas Steven Hentges, do Conselho Americano de Química, disse que o estudo é inconclusivo. "O bisfenol A foi muito intensamente estudado em enormes quantidades de pesquisas de laboratório com animais. E o peso das evidências a partir de tais estudos continua a apoiar o uso seguro dos produtos contendo o bisfenol A", disse Hentges por telefone.
Os pesquisadores britânicos admitiram que seu estudo, embora estabeleça uma correlação, não prova os efeitos adversos do BPA. O estudo foi feito com base em exames de urina de adultos de 18 a 74 anos, representativos da população dos EUA.
As pessoas que estavam entre as 25% com maior presença da substância na urina tinham o dobro de propensão a ataques cardíacos e à diabete tipo 2, em comparação com os 25% com a menor presença de BPA. Numa reunião de uma comissão do FDA sobre o tema, vários cientistas e ativistas disseram que a agência ignorou pesquisas com animais, e alguns pediram que o uso da substância em embalagens de alimentos seja proibida.
O deputado democrata John Dingell, presidente da Comissão de Energia e Comércio da Câmara, disse que o FDA "se foca de forma míope em pesquisas bancadas pelo setor alimentício e químico". Tarantino disse que o FDA não ignorou as pesquisas com animais e que os estudos patrocinados pelas empresas de fato foram importantes ao se chegar à conclusão. A comissão consultiva deve apresentar seu parecer em outubro.
A funcionária disse que há discussões para que o governo faça seus próprios estudos sobre o BPA, mas que isso poderia levar anos.
(fonte: Reuters/http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3187812-EI238,00-Estudo+liga+plastico+a+disturbio+cardiaco+e+diabetes.html)

Deus é o culpado realmente?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. A filha de Billy Graham (famoso Pastor Norte-Americano) estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?"Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia: "Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu,tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção e nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?" À vista de tantos acontecimentos recentes...ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc. Eu creio que tudo começou desde que Madelin Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos.

Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: "Um perito nesse assunto deve saber o que está falando". E então concordamos com ele.Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: - "Está bem!". Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos: - "Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso".
Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e porque não sabem distinguir o bem e o mal. O certo e o errado, porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos aquilo que semeamos!!!Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:"Senhor, porque não Salvaste aquela criança na escola?" A resposta Dele: - "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!"É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia ensina. É triste como todo mundo quer ir para o céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus", mas ainda assim segue a satanás, que por sinal,também "Crê" em Deus.

domingo, 14 de setembro de 2008

Empregada também é trabalhadora?

Há um movimento no Congresso para ampliar os direitos das empregadas domésticas, equiparando-as a qualquer trabalhador. Fala-se em demissões, já que muitas famílias não teriam condições de bancar o aumento de custos. Fala-se também que a lei seria ainda mais desrespeitada. Bobagem.
O que importa aqui é o seguinte, se nossa comparação for com padrões civilizados: 1) não deveria existir uma categoria com menos direitos; 2) ter empregada em casa é um luxo, acessível a gente muito rica aliás, riquíssima.
O problema é que, muitas vezes, o trabalho da empregada confunde-se com o de uma escrava. Tem hora para levantar, mas não tem hora para dormir. É obrigada a ouvir desaforos, especialmente das crianças. Submete-se às mais diferentes humilhações.
O que tende a acontecer, como vemos nas nações mais ricas, é as famílias assumirem (dos pais aos filhos) parte dos cuidados da casa e terem de contratar uma diarista que, no final, acaba ganhando um salário maior. As crianças são ensinadas a preservar a casa.
As cidades acabam oferecendo muitos serviços de alimentação e lavanderia. Cozinha-se menos em casa. Abrem-se ou expandem-se novas funções como o de baby-sitter.
Quanto menos empregadas e mais direitos --, maior civilidade. Quem quiser ter uma em casa, que pague e bem. (Gilberto Dimenstein/
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u440233.shtml)

Produtores testam plantar feijão junto à cana

A região de Ribeirão Preto serve de campo de testes para um sistema que promete revolucionar o agronegócio brasileiro. O nome é Cati Feijão Doce e consiste no plantio de feijão em meio a canaviais. Atualmente, dois hectares de cana-de-açúcar em Sertãozinho receberam o plantio da leguminosa. Há uma série de experimentos em curso, mas, se for bem sucedido, o exemplo de Sertãozinho vai contrapor as críticas internacionais de que a cana destinada à fabricação de etanol substitui área em que poderiam ser cultivados alimentos. “A meta é transformar o ‘mar’ de canaviais da região Nordeste do estado em fornecedor simultâneo de cana e de alimentos”, diz o engenheiro agrônomo Denizart Bolonhezi, considerado ‘pai’ do projeto.Funcionário da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) no Pólo Centro-Leste, ambos da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento e instalados em Ribeirão Preto, ele foi procurado por fornecedor de cana de Sertãozinho, interessado em obter variedades de adubo verde para acrescentar nitrogênio ao solo, tradicionalmente ocupado por canaviais. Bolonhezi introduziu variedades de adubo verde como tremoço e nabo forrageiro, e, com o consentimento do proprietário das terras, estendeu o projeto e plantou a variedade Alvorada de feijão, semelhante ao carioquinha. Esse cultivo atende pelo nome de consorciação, ou seja, quando a mesma área recebe duas culturas. Já é bem conhecido entre os agricultores por integrar, por exemplo, capim e leguminosas. A novidade é plantar no mesmo local cana e outro alimento.No caso dos hectares em testes, há situações que favorecem a integração. A primeira delas é de que os canaviais da propriedade são irrigados, ou seja, recebem água retirada de córrego vizinho. A umidade constante é muito apropriada para o feijão. E fora a água dos irrigantes, há a umidade mantida no solo pela palha da cana. Como a colheita é feita por máquinas, a palha fica sobre o solo, formando uma colcha que, entre outros resultados, ajuda a reter água. Leguminosa amadurece sem atrapalhar a maturação da canaO projeto piloto do Feijão Doce foi empregado em meio a um canavial que está no terceiro ano de vida. Normalmente, a cana permite até cinco cortes, mas vai perdendo produtividade. O feijão foi plantado nos primeiros dez dias de agosto, dentro do sistema plantio direto - que dispensa técnicas de revolvimento do solo - e deverá ser colhido entre o fim de outubro e começo de novembro, ou seja, sem atrapalhar o crescimento da cana. “Enquanto a leguminosa amadurece, acompanhamos os ganhos e possíveis perdas dela na área canavieira”, diz o engenheiro. No caso negativo, poderá haver competição entre cana e feijão pelos nutrientes do solo e mesmo pela luz, matéria-prima imprescindível para ambos. Já em termos positivos, há a possibilidade de a mesma área canavieira ajudar a agricultura em aumentar a oferta de alimentos. Por ano, conforme levantamento do Pólo Centro-Leste, o estado de São Paulo dispõe de 800 mil hectares de cana aptos para a chamada fase de renovação, processo comum da agricultura canavieira quando a planta ‘envelhece’, é retirada e, antes de ocorrer novo plantio, o solo tem de passar por preparos e recebe o plantio de oleagionas e leguminosas. Caso o feijão, que tem ciclo de maturação de 90 dias, for empregado em todos os 800 mil hectares disponíveis, se tudo correr bem significará uma produção adicional de 32 milhões de sacas de 60 quilos do alimento, tomando-se uma média de 40 sacas por hectare. O volume projetado chega a 1,9 bilhão de embalagens de um quilo a ser vendidas em supermercados. Para o produtor que se adequar a esse consórcio, certamente haverá o ganho agregado com a venda do feijão carioquinha, cuja saca era cotada em R$ 200 na semana passada. Mas tem o ganho social, de colaborar com a oferta de alimentos. “Esse talvez será a maior vantagem para o agricultor”, observa Bolonhezi. (Jornal A Cidade e http://eptv.globo.com/)

Pintando a casa

Em uma das últimas férias resolvi fazer uma coisa diferente: pintar a casa. Não era uma tarefa estranha. Já tinha feito isso outras vezes. Por isso, limpei a parede, preparei a tinta e... comecei o trabalho. Dois minutos depois a mão estava toda lambuzada, escorria tinta por entre os dedos... Parei um pouco e fiquei me perguntando: por que é que eu fui começar isso? Deu uma vontade de parar tudo de vez e esquecer a idéia de pintar a casa...
Já aconteceu alguma coisa parecida com você? A Bíblia conta a história de Neemias. Neemias topou o desafio de reerguer os muros de Jerusalém. No capítulo 4 de seu livro, ele conta que na metade do trabalho ele e seus companheiros ficaram desanimados e quiseram desistir. Do verso 10 ao verso 13 lemos as razões para essa atitude: estavam cansados, frustrados e com medo.
A fadiga é um problema sério. Imobiliza. Segura você. A frustração também não perdoa. Você vê um monte de trabalho em sua mesa ou na sua frente, está cansado e se frustra porque não dá conta e nem tem vontade de encarar a montanha que o espera. E aí, vem o medo: medo de errar, medo de fracassar, medo de não dar conta a tempo do que precisa ser feito...
Diante de um quadro assim – de uma casa toda para ser pintada – o que fazer? Provérbios 22:13 diz que o preguiçoso inventa as desculpas mais esfarrapadas. Se você quer terminar o que começou, esqueça a preguiça e não fique inventando histórias ou desculpas...
Uma segunda dica? Comece imediatamente. De onde você parou. Não fique olhando para trás. Olhe pra frente. Estabeleça alvos. Dentro de uma hora essa parede vai ficar pronta. Mais meia hora e eu pinto aquela porta. E, se eu for mais rápido vou pintar o telhado também, ainda hoje.
Uma terceira dica para terminar o que começamos é se manter concentrado nos benefícios e não nos sacrifícios. Na carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 6:9, ele escreveu: “E não nos cansemos de fazer o que é correto, porque em pouco tempo teremos uma colheita de bênção, se não desanimarmos nem desistirmos.”
E, pra encerrar, uma quarta dica: dependa da ajuda de Deus. Na primeira carta de Pedro, 4:11, encontramos o seguinte recado: “Faça-o com todas as forças e a energia que Deus lhe concede, a fim de que Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo.”
Tenha certeza. Assim a “casa” vai ficar toda pintada – e bem pintada – e você terá terminado o que começou com muito mais confiança e satisfação. Pense e faça isso no dia de hoje. (http://redemaranatha.org.br/programas_texto.asp?codigodoprograma=908)

Haverá churrasco no céu?

É difícil imaginar algum dos santos anjos de Deus a cortar o pescoço de um carneiro amarrado de cabeça para baixo em árvore qualquer do paraíso, e aguardar sem culpa a dolorosa e lenta morte daquele pobre animal, esvaindo-se em lágrimas e sangue. Dá para pensar numa cena em que Pedro ou outro apóstolo arma-se com uma marreta para dar o golpe fatal na cabeça de um boi, ou mesmo João, de posse de uma faca bem afiada a espetar o coração de um porco da manada celestial? Entra na tua cabeça a imagem da santa mãe de Deus a torcer o pescoço de uma galinha, pato ou marreco? Seria normal a pescaria esportiva de Jesus, armado de providencial alicate para arrancar a fisga da boca daquele peixe extenuado? Convenhamos que não é fácil aceitar a idéia de churrasco no céu. Tudo bem que depois do dilúvio e a conseqüente destruição das folhas, frutos e sementes foi permitido ao homem o consumo temporário de carne animal. Tivemos também alguma permissão aqui e acolá por causa do duro coração daquela gente da antiga Aliança, mas nada que se possa afirmar que o consumo de carne seja regra a ser seguida.

Cerco aos fumantes

O governo do Estado de São Paulo acaba de anunciar o envio de um projeto de lei para a Assembléia Legislativa proibindo cigarro, cachimbo, cigarrilha e charuto em bares, restaurantes e casas noturnas, além da desativação dos fumódromos (áreas isoladas para fumantes) inclusive empresas particulares. A nova legislação, que o governo estadual espera que esteja valendo dentro de no máximo seis meses, prevê multas de R$ 148,88 a R$ 3,2 milhões para proprietários de estabelecimentos onde for flagrado alguém fumando. A reincidência pode resultar em cassação da licença. Os fumantes que se recusarem a apagar o cigarro pode ser ‘convencido’ por força policial. O projeto é polêmico e deverá render diversas ações judiciais do sindicato de baristas e indústria do tabaco, mas é uma esperança para os chamados fumantes passivos. Estudo do Instituto Nacional do Câncer mostra que sete não-fumantes morrem por dia por causa da fumaça alheia. O estudo revela ainda que dos casos de câncer, 90% estão associados ao tabagismo. É mole?